Crescendo a cada edição, o Festival teve em seu quinto ano um encontro dos mais inspirados, particularmente para os fãs do blues, com direito a Big Gilson, Celso Salim, Sérgio Duarte, Bitten Blues, R3 Blues e à Blues Label - ainda hoje na ativa, lançando novos discos e impulsionando cada vez mais a cena cearense através da Associação Casa do Blues.
A união entre uma trilha sonora diferenciada e o espírito de contato e cuidado com a natureza seguiu com novidades como as trilhas e blitz ecológicas, recebendo os visitantes na entrada de Guaramiranga.
Um dos momentos mais característicos do Festival surgiu nessa quinta edição: os Ensaios Abertos. Oportunidade para contato direto entre público e músicos, à tarde, com a plateia acompanhando parte da passagem de som, fazendo perguntas, interagindo com os artistas e tendo um gostinho do que vem depois, nos shows à noite. Até hoje, uma marca do Jazz & Blues.
Músicos em destaque
Adriano Azevedo, Meninos da Casa Grande, Big Gilson, Bitten Blues, Blues Label, Bossa Jazz Romeu Castro, Celso Salim, Dihelson Mendonça Eletric Band, Edu Negrão, Gilson Peranzzetta, Heraldo do Monte, Idilva Germano, Kiko Rawl, Lúcio Ricardo, Manassés e Waldonys, Mazinho Ventura, Miscelânea, R3 Blues, Projeto Timbral, Realejo Jazz Quartet, Renato Borghetti, Romildo Santos, Sergio Duarte, Tambores de Guaramiranga, Violões de Guaramiranga, Without Words.
Caso curioso
Em meio a artistas consagrados nacional e internacionalmente, alguns adolescentes chamavam atenção nos camarins e no palco. Não eram filhos dos músicos e sim os Meninos da Casa Grande, de Nova Olinda, no Cariri cearense, que se apresentaram pela primeira vez no Festival e seguem tocando e divulgando o jazz até hoje.
Momento inesquecível
Entre tantos shows memoráveis, o de Heraldo do Monte se destacou pela sutileza e simplicidade. Um mestre da história da música brasileira, em Guaramiranga.



